O fantasma da CULPA!

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“No trabalho, você pensa nas crianças que deixou em casa. Em casa, pensa no trabalho que deixou inacabado.” Essa frase, dita pela ex-ministra de Israel, Golda Meir, é um exemplo de como as mães se sentem divididas e culpadas. Seja por não conseguirem se dedicar o suficiente para as crianças ou então por não estarem  se esforçando o bastante na carreira. Conforme muda a vida, também a balança das equilibristas pende pra lá ou pra cá.

Se você tem alguma história ou depoimento sobre CULPA, divida com a gente! Nosso tema da próxima semana é um grande vilão para muitas mães que trabalham fora.

Todos os depoimentos integrarão o texto das Mães Equilibristas no Papo de Equilibrista do site.

Participe, converse, colabore!

Cecília e Maggi 

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4 Respostas to “O fantasma da CULPA!”

  1. Aurea Cardoso Says:

    Que culpa eu tenho se não sinto culpa?

    Não. Eu não me sinto culpada em trabalhar e deixar meus filhos mais velhos na escola e meu filho caçula em casa.

    Sou mãe de trigemeos de 4 anos e de um filho mais novo de 2 anos. E nunca deixei de trabalhar, de sair com o meu marido, de ver meus amigos e acima de qualquer coisa, aproveitar todo o momento para estar com os meus filhos, seja pessoalmente ou pelo telefone e principalmente no meu coração. Eles sempre comigo, não importa onde ou que eu esteja fazendo.

    E sim, eu me sinto feliz, realizada, amada e querida. Equilibrando todos os meus muitos “pratinhos”. Culpa? nunca! jamais!

  2. jules rimet Says:

    Eu me cadastrei no site porque estava escrevendo um texto sobre as agruras de ser pai e me lembrei do livro Vida de Equilibrista, que minha esposa possui.
    Se tiverem interesse, dêem uma lida no texto que escrevi. Está em imagina.blogspot.com

    Abraços.

  3. Fernanda Metzler Says:

    Eu senti culpa, mas logo passou.
    Programei passar a deixar meu filho na escola durante 4 tardes por semana e a culpa foi o primeiro sentimento que apareceu.
    Logo no primeiro dia de aula o Matheus voltou pra casa por volta das 17h00 e, para a minha surpresa e tranquilidade, me deparei com uma criança super feliz!
    Me senti uma tola…o que poderia ser mais gostoso do que ficar a tarde na escola em companhia de outras crianças?
    Eles se adaptam às novidades melhor do que nós, adultos.
    A culpa sumiu imediatamente!
    Mais uma vez, parabéns pelo site e pelo blog!!

  4. Vivian Says:

    Os sintomas da culpa são enjôo, aperto no peito e angustia. Mas por que razão a sentimos? Mulher se sente muito culpada porque pensa demais, disse minha mãe. Penso que essa afirmação tem muito sentido. Quando devemos trabalhar, pensamos em casa. Quando precisamos estar com nossos filhos, pensamos no trabalho.

    Todo esse pensar esconde um problema da mulher, o da necessidade de ser Deus. Explico melhor minha teoria: Deus é onisciente, onipresente e onipotente. Pode tudo, sabe tudo e está em todos os lugares. A mulher não aceita sua condição humana, quer saber de tudo, estar em dois lugares ao mesmo tempo e acha que tem super poderes. Fica infeliz com suas escolhas, pois qualquer escolha que faça nunca consegue contemplar tudo o que a mulher precisa ser.

    O fantasma da culpa assombra quem luta contra sua condição de ser humano. A mulher bem resolvida faz o que dá para fazer. Fica feliz com suas escolhas, sabendo que ao escolher o que quer que seja, incorre na maravilha de ser autônoma e também na maldição de negar outras possibilidades. Mas assume o ônus das conseqüências.

    Eu infelizmente não pertenço a esse rol. Sofro demais toda vez que tenho que fazer uma escolha, especialmente se a conseqüência dela é a exclusão das minhas filhas. A questão do trabalho, o que posso fazer? Preciso trabalhar. Adoro trabalhar. Se fico só em casa, o tédio me atormenta e eu acabo sendo uma mãe chata. Então prefiro sofrer por não ser toda poderosa, do que não tentar.

    De qualquer forma, mulher é ser humano. Nosso papel é conciliar não é ser perfeita. Por isso adoro o nome desse site “vida de equilibrista”. Equilíbrio na vida é fundamental. Não é tarefa fácil alcançar o equilíbrio, mas para sofrer menos, a mulher precisa pensar menos e aceitar mais. Penso que é isso.

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