Super Executivas na América

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connor212Esta semana saiu uma listagem com as “50 women to watch in 2008”, ou seja, as mulheres mais poderosas do business mundial, apontadas em reportagem especial do Wall Street Journal.  Entre elas, no número 49, uma brasileira, Celina Antunes, CEO da América do Sul da incorporadora Cushman & Wakefield Inc.  Veja a lista das 10 mais:

 

1.Sheila Bair – Federal Deposit Insurance

2. Indra Nooyi – Pepsico

3. Barbara Desoer – Bank of America

4. Hu Xiaolian – Bank of China

5. Christine Lagarde – Ministério das Finanças da França

6. Irene Rosenfeld – Kraft Foods

7. Ho Ching – Temasek

8. Ellen Kullman – DuPont

9. Anne Mulcahy – Xerox

10. Laura Tyson – Berkeley – Univ. da California

Mas o artigo, claro, provocou uma série de desdobramentos no jornal, que comenta a queda de 16,4% em 2005 para 15,4%, em 2008, de mulheres em posições de vice-presidente ou cargos ainda mais altos. Em um dos artigos: I Do Know How She Does It For many women leaders, the ultimate juggle — balancing a career at the top of the ladder and children — is just a way a life. But will it be the wave of the future? (para ler na íntegra,  http://sec.online.wsj.com/article/SB122608626544609119.html), o Wall Street Journal discute a vida de algumas executivas equilibristas. E usa o termo juggle, que significa manter vários objetos simultâneamente no ar e conseguir pegá-los (os famosos pratinhos ou bolinhas!!).  

Uma das executivas com múltiplas tarefas é Bobbi Brown, proprietária de uma empresa de cosméticos de mesmo nome e mãe de três. “Não sigo regras, faço minhas próprias regras”, conta ela, e diz que transforma sessões de fotos da empresa em férias da família (ou seja, leva filhos e marido junto). Debora Spar, presidente do Barnard College, autora de seis livros e mãe de três crianças, diz que leva uma vida frenética e a frase que mais usa é “hurry up” (vamos logo!). Apesar de planejar sua agenda com cuidado, ela ainda se preocupa por achar que não está tempo suficiente com as crianças… (sentimento universal, esse!). Lá nos EUA, onde estruturas com babás, empregadas, motoristas são muito mais caras, só há um meio de as executivas com filhos chegarem ao topo da carreira… contando com muita, mas muita ajuda mesmo, dos maridos. Em alguns casos, eles até sacrificam as suas carreiras em detrimento do sucesso das esposas, conclui o artigo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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