Archive for dezembro \24\UTC 2008

Que 2009 seja bem equilibrado!!

dezembro 24, 2008

Olá, equilibrista!

Se você já acompanha o site desde o início (abril 2008), queremos agradecer as suas visitas e as colaborações (enviando textos, comentários, votando no fórum)! Caso você tenha começado a ler o site nos últimos meses, esperamos que tenha gostado.

Adoraríamos ter a sua opinião sobre o que discutimos e relatamos durante o ano de 2008 e, mais ainda, estamos curiosas para saber quais temas interessam pra você em 2009.

A nossa divulgação é no boca a boca, mas temos aumentado o número de cadastradas todos os meses! Por isso, envie os depoimentos que mais gostarem para as amigas: só quem se cadastra recebe quinzenalmente a chamada para o novo assunto do site.

Nós duas estaremos de férias – inclusive do site – em janeiro, mas voltamos em fevereiro com novidades e força total! Espero que seu ano comece com pé direito e que muitas coisas boas se realizem no lado profissional e no familiar!

Um feliz 2009 e muito mais equilíbrio para você!

Cecília e Maggi fogos-konrad-mostert

Mulheres brasileiras: menos filhos, chefes de família e sobrecarregadas de trabalho doméstico.

dezembro 18, 2008

Pesquisas nos lares brasileiros comprovam a tendência pelo filho único. A taxa de fecundidade total no ano passado foi de 1,83 filho por mulher. A média foi inferior à taxa de reposição (de 2,1), que significa o mínimo de filhos que cada brasileira deveria gerar para que a população total do país seja mantida nos próximos 30 anos. Esses dados figuram na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007.

 

A mesma pesquisa mostrou que as mulheres estão tendo jornadas exaustivas de trabalho (remunerado e não-remunerado), graças à desigualdade na divisão das tarefas domésticas. Vale notar que as famílias chefiadas por mulheres pularam de 24,9%  para 33% em apenas 10 anos.  

Em famílias formadas por casais com filhos, antes apenas 2,4% eram chefiadas por mulheres, agora são 11,2%. Mesmo sustentando a casa, o trabalho doméstico ainda sobra para elas, que dedicam 19 horas por semana aos afazeres, enquanto os cônjuges dedicam pouco mais de 10 horas semanais. É mole?

 

maira-kouvara-pratos1 

Meu negócio é ser Amélia!

dezembro 9, 2008

Mulheres preocupadas só com a carreira abrem brecha de mercado para substitutas no lar…

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Trabalhando fora, as mães sofrem de falta de tempo ou de paciência para cuidar da casa. Mas existe solução pra tudo: muito procurado principalmente por homens solteiros ou descasados, um novo tipo de ofício invadiu o mercado. Batizado de vários nomes, pode ser “esposa de aluguel”, “consultora do lar” ou “governanta por um dia”, já atende a clientes no Rio de Janeiro e em São Paulo.   

“Costumo dizer: quando a mulher faz tudo isso de bom grado, não tem valor. Se pagarem, valorizam”, conta Cristiane Passos, carioca de 31 anos, que oferece seus préstimos de dona de casa prendada, dessas que pregam botão e fazem bolo em fôrma furada.  Mas a dedicação tem preço, e Cristiane não sai de casa por menos de R$ 50,00.

Por R$ 35,00 a hora, Emiliana Spínola, de 51 anos, presta serviços de “governanta por um dia”. Ela entrevista todos os moradores para conhecer seus hábitos e preferências, depois fiscaliza limpeza e ajuda a organizar a morada, por exemplo, de famílias que se mudam para um apartamento menor.

Já a consultora do lar Margarete Pereira, de 41 anos, vai ao socorro de maridos desesperados com a falta de noção doméstica das esposas, mais preocupadas com a carreira (claro, né!). Sua hora custa R$ 60,00, seja para arrumar um armário ou levar um cachorro ao pet shop. Uma consultoria  que é uma mão na roda – até mesmo para as equilibristas, não só para seus maridos: ela orienta a empregada a usar os produtos de limpeza.

Como homem e mulher hoje se preocupam mais com a carreira do que com a vida doméstica, o serviço pode muito bem ser terceirizado. E estas senhoras descobriram uma lacuna de mercado e tanto!

*baseado em artigo de Mariana Franco para o jornal O Estado de SP, do dia 24/11/08

foto: Copta/Stockexchange

Mulheres sofrem mais com a crise

dezembro 3, 2008

Como se não bastasse nos estressarmos com tantas coisas…agora mais essa da crise! Segundo estudo da Associação Americana de Psicologia (APA), realizado junto a 29 mil pessoas, 84% das mulheres declaram-se preocupadas com o estado atual da economia versus 75% dos homens. Segundo a mesma fonte as explicações para isso devem-se ao fato das mulheres terem mais responsabilidades do que os homens, principalmente se são casadas e têm filhos (soa familiar??). Dados do Brasil mostram que a preocupação com os efeitos da crise atinge 63% das mulheres contra 49% dos homens como mostra uma pesquisa da McCann Erickson. O fato das mulheres serem as maiores gestoras do orçamento familiar muito provavelmente também contribui para essa insegurança maior.